quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

COMPLEXO DE IMPLANTAÇÃO DE PORTOS GERA EMPREGO, RENDA E ESTÁ DESENVOLVENDO MIRITITUBA.

Nem morador pioneiro destaca avanços com investimentos da ATAP
Nossa reportagem esteve em Mirirituba para in loco comprovar um novo cenário sócio econômico recriado com o advento dos grandes investimentos portuários que tornarão Miritituba no maior corredor de grãos do Brasil.  
Mas por trás dessa esperança de dias melhores há a preocupação de alguns moradores sobre um fato novo que surge com um pedido de cancelamento das licenças que foram concedidas as empresas que estão instaladas e se instalando no distrito. 
 
casal de empresários investiu em restaurante
Conversamos com um morador pioneiro que chegou há trinta anos  de Bacabal, Estado do Maranhão para aqui constituir sua vida profissional/familiar. Etevaldo Pereira lima, mais conhecido como NEN considera que a presença das empresas que participam da ATAP podem se definir como um divisor de águas entre o antes e o depois dos investimentos.   Antes o desemprego era muito alto,  as ruas precárias e a população desassistida do poder publico que não teria colocado um tijolo sequer em Miritituba. Ressalta Nem
empregos em todos os setores em Miritituba
 O líder comunitário disse que obras do município não existem já que todos os benefícios estão sendo trazidos pela ATAP com a criação da agenda mínima que em sua opinião deveria ter contemplado todos os benefícios apenas para o Distrito.
 ”Hoje em Miritituba só não trabalha quem não quer” NEN expressa assim otimista o que considera o bom momento da economia local. Antes da chegada das empresas o antigo morador ressalta que as pessoas dependiam muito de garimpos e precisavam deixar suas famílias, com a geração de empregos agora siso ao existe mais acrescenta NEM. 
são muitas as empresas que estão se instalando em Miritituba
 Entre os benefícios que Mirirituba ganhou com os investimentos Nem elenca Ginásio de Esportes, sistema de tratamento de água, ruas empiçarradas integrando os bairros. Todas essas conquistas não devem ser esquecidas na iminência de haver cancelamento das licenças ambientais que já foram concedidas as empresas.
 
mão de obra local.Vanusa assistente administrativo da AMBIENTARE
 O morador exalta o papel da ATAP também quanto a qualificação profissional que permitiu que pessoas residentes no distrito estejam hoje ganhando bons salários e melhorando consideravelmente sua qualidade de vida. Com dados pragmáticos para provar que a economia de Miritituba está indo de vento em popa, Nem compara o valor dos alugueis.
 
Mão de obra feminina absorvida em Miritituba
 ”casa que antes era alugada por quatrocentos reais, hoje está acima de um salário mínimo e está difícil de ser encontrada”. Cita também o aumento de implantação de Hotéis. Antes era só um agora de acordo com Nem são mais de quatro o que demonstra que os investidores estão acreditando na viabilidade econômica dos seus empreendimentos em função dos Portos que estão se instalando. 
Além de hotéis, farmácias, salão de beleza, borracharia, bares, outros empreendimentos que vem crescendo muito e o de restaurantes, como no caso do restaurante Miranda de propriedade de Aldenir Miranda que está no Pará desde 2003 e resolveu investir em Miritituba e garante que está sendo um sucesso seu empreendimento já que oferece comida de qualidade e com preço compatível ao mercado. Miranda toca o restaurante com sua esposa Rose Maria de Miranda e funcionários todos contratados em Miritituba sendo mais uma das dezenas de empresas que estão gerando emprego e renda no distrito.
 Sobre o pedido de cancelamento das licenças, Miranda disse que isso não deve nem pode acontecer e que todos devem brigar para que os portos não sejam prejudicados já que iria causa graves problemas sociais para os que já estão ali com sua fonte de renda. 
Outra moradora que está indignada com a ação do MPF que pediu cancelamento das licenças já concedidas às empresas que investem em Miritituba, é a de prenome Jane, moradora antiga do distrito. 
Ela disse que hoje o distrito está vivendo outra realidade com a chegada dos portos e que isso já se reflete no dinheiro que circula no comércio local melhorando consideravelmente o padrão de qualidade de vida dos moradores de um modo em geral.  Caso se concretize o cancelamento das licenças, Jane acredita que ocorrerá uma catástrofe social com grandes prejuízos a comunidade. 
Fonte:   Tribuna Tapajônica

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