segunda-feira, 20 de junho de 2016

No RJ, traficantes invadem hospital armados com fuzis e granadas e resgatam comparsa

Após invasão, Rio quer transferir detidos para hospital penitenciário
Uol

Após o tiroteio no hospital municipal Souza Aguiar, a Secretaria de Segurança do Rio pedirá ao governo que presos não sejam mais atendidos em hospitais comuns.
A ideia é passar a enviar os suspeitos baleados ou doentes para o Hospital Penitenciário, que fica no complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste da capital.
O secretário José Mariano Beltrame também pedirá ao governador em exercício Francisco Dornelles que presos internados em hospitais comuns sejam transferidos para uma unidade penitenciária. O governo ainda não sabe dizer quantas pessoas estão nessa situação.
Editoria de Arte/Folhapress

Mapa mostra região onde ocorreu ação que libertou hoje, no Rio, o traficante Nicolas Labre Pereira de Jesus, conhecido como Fat Family
A Secretaria de Segurança anunciou ainda que pedirá a transferência de Edson Pereira Firmino de Jesus, o "Zaca", para um presídio federa fora do Estado.
O preso é tio do traficante que foi resgatado neste domingo. Ele está detido no presídio Bangu 3, no complexo de Gericinó.
As medidas foram anunciadas na noite deste domingo (19), horas depois do tiroteio que matou o paciente Ronaldo Luiz Marriel de Souza, 35, no hospital Souza Aguiar.
HISTÓRICO
Esta não foi a primeira vez que traficantes armados resgataram presos de hospitais no Estado do Rio. Em novembro de 2014, 15 homens invadiram um hospital de Niterói, na região metropolitana do Rio.
Eles resgataram o traficante Jhonny Luiz da Silva, 26, conhecido como "Bebezão". O bando manteve médicos, enfermeiros e pacientes sob vigilância na UTI.
Divulgação/PM

O criminoso resgatado Nicolas Labre Pereira de Jesus, conhecido como Fat Family

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