/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/j/i/Q7hUVsTPSBfvezGA4XEw/h.jpeg)
Crime vitimou o vigilante Anisio Silva Mendes, que trabalhava no Porto Oliveira Nobre. Na ocasião, dois homens mataram a vítima para roubar o revolver calibre 22, arma de trabalho do vigilante.
dois autores de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) foram presos em flagrante em Breves, na Ilha do Marajó, segundo informações divulgadas pela Polícia Civil nesta terça-feira (10). Por volta das 23h30 desta segunda-feira, policiais foram informados sobre o crime que vitimou o vigilante Anisio Silva Mendes, que trabalhava no Porto Oliveira Nobre. Na ocasião, dois homens mataram a vítima para roubar o revolver calibre 22, arma de trabalho do vigilante.
Durante o crime, a vítima foi morta a facadas. Um dos golpes atingiu a veia jugular de Anisio, que morreu no local. A arma de fogo que a vítima utilizava no trabalho foi roubada.
Em menos de três horas após o crime, os policiais civis, comandados pelo delegado Gustavo Ceccagno, conseguiram esclarecer tudo e prender os suspeitos. Segundo o delegado, o crime foi encomendado por um dos presos - Sandro Rodrigues Balieiro - que, meses antes, havia tentado comprar a arma da vítima. Porém, como o vigilante não quis vender a arma, o acusado decidiu contratar João Paulo dos Santos e um adolescente para roubar a arma, com a promessa de lhes pagar R$ 500.
As investigações apontaram João Paulo como responsável em desferir as facadas, enquanto que o adolescente foi quem roubou o revólver calibre 22. Após o crime, os autores do latrocínio fugiram do local.
Para tentar se livrar das provas de envolvimento no crime, o adolescente escondeu o revólver em um terreno de sua prima situado próximo de sua residência. Ele e o comparsa ainda tentaram esconder o sangue da vítima em suas roupas, lavando-as, mas as roupas foram apreendidas e o revólver foi localizado. Com as investigações, os autores do crime foram presos. Os adultos foram autuados em flagrante e o adolescente passou por auto de apreensão.
No momento da prisão de Sandro, ele foi flagrado com um simulacro - arma falsa - semelhante a uma pistola tipo 24/7. Diante da repercussão do crime, algumas pessoas foram até a sede da Polícia Civil em Breves que foi guarnecida com apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar. Os crimes atribuídos aos acusados ultrapassam 40 anos de reclusão. Os adultos irão responder por latrocínio, associação criminosa e por corrupção de menor. A Polícia Civil segue colhendo depoimentos para concluir o inquérito policial no prazo legal de até 10 dias.
Por G1 PA, Belém
Nenhum comentário:
Postar um comentário