Veja o vídeo da prisão.
Ao fazer abordagem em um homem identificado por Ricardo Costa foi encontrado 373,9 gramas aparentando ser crack, e uma quantia em dinheiro no valor de mil reais.





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| Local dos dois acidentes nesta sexta-feira (20). Fotos: Danyllo Mota e Weslen Reis. |
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| Vítima recebendo atendimentos. Fotos: Repórter Cinematográfico Danyllo Mota. |
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| Vítima recebendo atendimentos; Carro envolvido. Fotos: Weslen Reis. |


O acidente aconteceu por volta das 17h desta terça-feira (17), no trecho da rodovia Transamazônica, à altura do Km 03, próximo à loja Gazin. Segundo testemunhas, o jovem, que não teve o nome revelado, trafegava em uma moto Honda preta acompanhando este caminhão, que, chegando à rotatória, fez uma conversão pela esquerda, exatamente no momento em que o motoqueiro tentava ultrapassar. A moto foi atingida e o rapaz por pouco não foi esmagado pelo caminhão contra a rotatória. A equipe da PM chegou ao local e auxiliou para controlar o tráfego no trecho onde aconteceu o acidente.

O condutor do caminhão, identificado como Lucenildo Martins, permaneceu no local acompanhando o atendimento à vítima. Ele concordou em conversar com a reportagem e relatou o que aconteceu.

Ambulâncias do Samú e do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para o local, onde a vítima recebeu o atendimento pré-hospitalar. O jovem estava com escoriações por todo o corpo, mas aparentava estar respondendo bem aos estímulos. Ele foi socorrido às pressas para avaliação médica no Hospital Municipal. Uma equipe de agentes da Comtri também foi acionada para fazer o levantamento de local de acidente. O agente ainda fez um alerta em relação à alta velocidade, situação freqüente neste trecho da rodovia, que acabou se tornando em uma via semi-expressa, com alguns pontos ainda em obras, o que sugere que as pessoas tenham atenção redobrada para evitar que situações mais graves possa acontecer, o que a Comtri procura evitar, uma vez que os acidentes na rodovia foram reduzidos em mais de 80%.
FONTE: PORTAL MAURO TORRES

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| Fotos: reprodução |

Médicos do hospital que as bebês de seis meses estão internadas ainda não chegaram a um diagnóstico concreto.
Um caso raro de duas gêmeas deixa profissionais de saúde intrigados em Redenção, no sul do Pará. As irmãs nasceram há seis meses e ainda não esboçaram reação. Elas apenas dormem. O hospital onde as duas estão internadas ainda não conseguiu chegar a um diagnóstico.
Desde que nasceram, Ana Júlia e Ana Sofia não acordam e também não conseguem respirar bem sem a ajuda de aparelhos. A alimentação delas é feita por sonda gástrica.

A mãe, Luana Tintiliano da Silva, passou por uma cirurgia quando estava grávida de três meses. Depois disso, ela não conseguiu mais dormir durante os meses seguintes da gestação. Hoje a situação não é diferente. Ela fica em uma cadeira reclinável, onde passa a noite enquanto acompanha as gêmeas no Hospital Regional de Redenção.
“Quando elas nasceram não mexiam, não esboçaram nenhuma reação. Tem uma mulher no laboratório que disse ficou impressionada, não estava entendendo porque elas não se mexiam”, contou Luana.
A criança Ana Júlia está na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde toma quatro remédios diferentes para as convulsões que são frequentes.
Os médicos ainda não conseguiram descobrir a causa dos sintomas, mas suspeitam que as meninas tenham nascido com uma desordem genética rara chamada “erro inato do metabolismo” – quando o corpo não consegue transformar os alimentos em energia, de forma correta.
O diretor técnico do hospital, Rodolfo Skrivan, disse que a unidade continua tentando resolver a situação. “Estamos em contato com outros serviços, outros hospitais, que trabalham com pesquisa nessa área, mas precisamos de uma ajuda porque ainda não se chegou a um diagnóstico”, afirmou.
O hospital tem um laboratório próprio e é o mais equipado da região, mas também tem limitações. Alguns exames genéticos que poderiam ajudar a fechar o diagnóstico das meninas são feitos apenas nos grandes centros, como em São Paulo. Um deles custa R$7 mil.
O biomédico Rodrigo Alves de Oliveira, que atende o caso, disse que sem diagnóstico não há solução. “Se eu não buscar outro tipo de solução, a gente vai ficar eternamente na mesma, com resultados que apresentam anormalidade, então isso não me fecha diagnóstico e não me permite tratamento”, explicou.
Enquanto isso, o tempo passa e o desespero da mãe Luana só aumenta. O quadro de saúde das meninas tem se agravado devido às infecções contraídas no hospital.”Eu preciso de alguém que queira estudar no caso delas, porque aqui elas só estão pegando infecção, pegando coisa do hospital, tratando com antibiótico forte”, contou a mãe Luana.
(G1 Pará)


