A droga transportada, segundo o condutor era para consumo próprio. O motorista foi para a delegacia do município.Durante fiscalização no KM 16 da BR 010, Município de Dom Eliseu, nordeste paraense, de ontem (09) no final da tarde, policiais rodoviários federais abordaram o caminhão. Com o condutor foi encontrado uma quantidade de remédio para manter-se acordado. Uma anfetamina, conhecida popularmente como rebite. O motorista foi autuado e encaminhado para a delegacia de policia civil do município.Os inspetores da PRF pararam um caminhão, de placas EVO1726, conduzido por Romildo Gomes De Aguiar.Durante averiguação no interior da cabine foram encontradas duas cartelas, contendo 16 unidades de anfetamina, do tipo Nobésio Extra forte, o "rebite".
O acusado informou ter feito uso da substância nas últimas horas. Este fato causa um sério risco de acidente para os demais usuários. Seguindo a legislação, o condutor foi enquadrado na Lei de Drogas - Consumo e porte de drogas, atendendo a Lei 11.343/06 - Art. 28, que determina que adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar está infringindo a lei.
Condutor encaminhado para a delegacia de polícia civil de Dom Eliseu.
O que é o “rebite”?
Os “rebites” são anfetaminas, drogas que atuam no cérebro estimulando a produção de dopamina. “A dopamina em excesso inibe o sono e diminui o apetite”, diz o médico Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo. Motoristas de caminhão submetidos a prazos apertados tomam “rebite” para passar a noite dirigindo. O problema é que, além de não deixar dormir, a droga diminui a concentração. Resultado previsível: desastres. O uso acumulado também pode provocar alucinações. O efeito é parecido ao da cocaína. Quando não toma a droga o usuário fica deprimido. Então quer sempre uma dose a mais. Muitos caminhoneiros acabam viciados, engolindo “rebites” mesmo quando não estão dirigindo.
Por: Portal ORM, com informações da PRF
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